“Quando matamos uma pessoa de dentro de nós, é preciso viver todo o ritual da perda: depois da morte, a tristeza, as lágrimas, o luto, o vazio, até que o tempo a transforme apenas numa inscrição em pedra e compreendamos que quem morreu foi ela; não nós.”
Fred Medeiros.  (via se-eu-pudesse)


Andei por ai sentindo sua falta. A gente se conheceu tão bem em tão pouco tempo. Só que você mal chegou e já fez as malas, logo agora que eu estava me ajustando a você. Eu até entendo, talvez não tenha se adaptado, mas o curioso foi o quão frio você foi, você não teve o mínimo de compaixão. Apenas disse “adeus”, me virou as costas e saiu caminhando sem nem olhar pra trás. Nesse momento parece que o tempo se fechou á minha volta, as coisas na minha cabeça que mais pareciam quadros pendurados nas paredes começaram a se soltar em uma leveza profunda. As coisas começaram a flutuar, minhas idéias, meus planos e sentimentos, minhas lógicas, palavras e memórias, imagens de momentos reais e de momentos que eu ainda esperava viver , tudo. As coisas se misturaram, ficou tudo tão confuso, virou-se do avesso, tudo totalmente fora do lugar. Mas não vou atrás! Eu deixei bem claro que não iria interferir nas suas escolhas, te deixei livre não deixei? Só espero profundamente que você sinta minha falta. Mas meu coração não é tão vulnerável quanto parece, então se tiver que se arrepender, que seja logo. Se tiver que voltar que não demore. Porque com o tempo as coisas se ajustam novamente, as cicatrizes se fecham e o coração volta a bater naquela mesma intensidade e você sabe, saudade não traz ninguém de volta.”
Caroliny Keller (via antigapoetisa)


“Me arrependo do que eu falei e do que eu deixei de falar. Do que eu fiz e do que eu deixei de fazer. De quem eu amei e não merecia, de quem eu me importei e não devia.”
Marcello Henrique. (via sou-inseguro)